"NEM TUDO QUE SE ENFRENTA PODE SER MODIFICADO, MAS NADA PODE SER MODIFICADO ATÉ QUE SEJA ENFRENTADO"

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Comissão Regional de Justiça e Paz MS


Encontro realizado no auditório do ITEO - Instituto Teológico João Paulo II, no dia 14 de fevereiro, às 17h, marcou a acolhida de novos membros da Comissão Regional de Justiça e Paz - MS.
Foram feitos convites a diversos profissionais e cidadãos que têm demonstrado ativa participação na luta pelos direitos humanos e promoção da pessoa. Alguns convidados justificaram sua ausência, mas o grupo presente teve oportunidade de conhecer o que é e qual o objetivo da CRJP.
Os membros já pertencentes à secretaria executiva da CRJP presentes - Dra. Margarida Cavalheiro, Dr. Lairson Palermo, Haroldo Borralho e Roberto Carlos de Oliveira - receberam com entusiasmo a adesão dos novos membros que, com sua adesão, permitirão à CRJP uma atuação mais eficaz.
Na ocasião foram integrados como novos membros:
Pe. Clarindo Redin, sacerdote palotino, pároco da Paróquia São Martinho de Lima;
Jorge Marques Batista, funcionário do Tribunal Regional do Trabalho da 4a. Região, participante do SINDJUFE, do Movimento Guariroba Viva e do FORMADS;
Maria Rita Barcelos, professora aposentada, coordenadora de serviços públicos da ABCCON/MS e conselheira do PROCON;
Neyla Ferreira Mendes, Defensora Pública;
Odailton Caetano, advogado, coordenador da Pastoral Rural da arquidiocese de Campo Grande;
Patrícia Mara da Silva, advogada, especialista em Direitos Difusos e Coletivos, cofundadora da ABCCON/MS e professora colaboradora da UFMS;
Rosely Molina, delegada da Delegacia da Mulher, em Campo Grande;
Susana Alves da Motta, advogada e professora aposentada, catequista;
Tereza Hayafuji, coordenadora das CEBs em Mato Grosso do Sul.
O blog do FORSEP, oficialmente integrado à Comissão regional de Justiça e Paz e às ações sociais da CNBB, vai ser o instrumento de comunicação e divulgação a serviço dos interesses comuns às duas instituições.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Reflexão sobre a saúde em MS






Realizou-se no último sábado, dia 10 de dezembro, um encontro para a reflexão a respeito da realidade da saúde em Mato Grosso do Sul.
O evento foi uma iniciativa da Comissão Regional de Justiça e Paz - CNBB Oeste 1, cuja secretária executiva, Dra. Margarida Cavalheiro, é membro do FORSEP.
Cerca de 30 pessoas interessadas no tema estiveram presentes no Auditório da Santa Casa, das 17 às 20h, contando com a participação do Arcebispo Metropolitano, D.Dimas Lara Barbosa, Dr. Juberty Antônio de Souza, presidente do Conselho Regional de Medicina, Dr. Wilson Teslenco, presidente da Associação Beneficente de Campo Grande, Dra. Ana Lúcia Lyrio de Oliveira, secretária adjunta de saúde do município, deputado estadual Pedro Kemp, vereadora Thais Helena e vereador Marcos Alex, entre outras personalidades.
Dr. Lairson Palermo, do FORSEP e CRJP abriu os trabalhos, iniciados com breve oração conduzida por Pe. Edinaldo Alves de Andrade.Dada a palavra a D.Dimas Lara Barbosa, o arcebispo informou sobre a oportunidade da realização do evento. A secretária adjunta da saúde municipal, Dra. Ana Lúcia Lyrio de Oliveira apresentou os dados oficial da saúde em nossa capital, mostrando como está estruturado o Sistema de Saúde e a dependência de verbas do governo federal.
O principal palestrante foi Dr. Rivaldo Venâncio, professor da UFMS e diretor da Fiocruz em Mato Grosso do Sul, que discorreu sobre a realidade do Brasil e do estado, destacando que o problema da saúde no Brasil e em MS é muito complexo e estrutural, que exigem soluções coletivas, que envolvem diversos ministérios e órgãos do governo nas esferas federal, estadual e municipal. Chamou a atenção para quatro grandes causas da crise na saúde em MS: - falta de estrutura preparada para atendimento imediato, fora de uma rede de cuidados e atenção; - ausência de uma rede de diagnósticos especializados;- carência de políticas intersetoriais;- "peso” de rede privada e conveniada.
Após a brilhante exposição do Dr. Rivaldo Venâncio, Dr. Rogério Batalha da Rocha mediou dos debates.Entre o público presente houve diversas manifestações e as perguntas formuladas foram respondidas pelo Dr. Rivaldo e Dra. Ana Lúcia.
Numa avaliação imediata dos coordenadores do evento constatou-se que foi muito produtivo e servirá de base para a redação de uma análise de conjuntura da saúde na capital e municípios vizinhos, o que permitirá uma adequada condução da Campanha da Fraternidade de 2012 - Fraternidade e Saúde Pública.